CONTRA OS CRIMES CIBERNÉTICOS: Tecnologia combatendo Tecnologia pela segurança
O departamento que investiga fraudes e crimes cibernéticos tem investigadores centrais (que analisam crimes complexos) e em todo o condado (estes, específicos para problemas mais simples e locais), cuidando de uma ampla e complexa gama de problemas na área de Tecnologia de Informação e Comunicação (TIC), especificamente infrações praticadas pelo crime organizado. A ascenção hierárquica ocorre pela experiência profissional e tempo de carreira.
As grandes investigações são, normalmente, relacionadas pela prática de crimes cibernéticos contra o patrimônio, ensejando um labor divisional tanto de softwares (cyberfraude) quanto de hardwares (análise de equipamentos envolvidos em práticas criminosas). A análise de redes sociais, especificamente quando o meio de propagação das informações à tais práticas ocorrem pelo meio virtual, são alvos constantes de preocupação destes policiais. A tendência é de proliferação dos atos ilegais virtuais, sobretudo os complexos e graves, em virtude da proliferação de equipamentos de TIC na contemporaneidade, resultando em milhares de investigações ocorrendo simultaneamente. As próprias gangues de rua estão migrando sua atuação para o ciberespaço, amplificando a atuação dessas divisões de apuração delitual
O crime virtual, normalmente, utiliza o celular e a internet para uma ampla gama de práticas ilegais, deixando um vasto campo de evidências a ser explorado. Neste condão, exige que o investigador domine diversas ferramentas e técnicas, alinhadas com um perfil profissiográfico específico. O processo seletivo perpassa por uma seleção específica, permitindo que o candidato com competências peculiares seja escolhido para receber as informações de sua área.
Combater as infrações de natureza virtual exige uma tríade essencial de "homem - equipamento - treinamento", além de uma atualização e aperfeiçoamento constantes. Os caminhos virtuais para a prática de delitos, além de epidêmico e global, se ramifica em capacidade exponencial. Para tanto, combater tecnologia com tecnologia exige criatividade, inovação e engajamento profissional, mitigando danos e perdas que afetam milhões de norteamericanos que, diariamente, compartilham suas vidas e patrimônios em nuvem!
AUTORES
Maj PM Eduardo MOSNA XAVIER (Doutorando em Ciências Policiais de Segurança e Ordem Pública e Subcomandante do 14° BPM/M)
Maj PM Ivan GONZAGA de Oliveira (Doutorando em Ciências Policiais de Segurança e Ordem Pública pelo CAES / Subcomandante do 1° BPTran)
Maj PM Valdinei ARCANJO da Silva (Doutorando em Ciências Policiais de Segurança e Ordem Pública pelo CAES / Subcomandante do 2° BPChq)